Estado Islâmico está usando redes sociais para vender mulheres como escravas sexuais

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O autoproclamado Estado Islâmico está anunciando e vendendo meninas Yazidis como escravas sexuais pelas redes sociais.

Segundo avançou o Canal Tech, os militantes usam perfis no Facebook, whatsapp, entro outras redes sociais para divulgar seus feitos e o Facebook Messenger para compartilhar fotos das garotas que são mantidas em cativeiro.

“Nós condenamos a inércia dos sites de mídia social como o Facebook, Twitter, WhatsApp e Telegram, que permitem livremente a venda de jovens Yazidis. Os sites nem ao menos respondem aos pedidos de remoção de páginas que fazem anúncios. Além do comércio, o Estado Islâmico também humilha e insulta todos os dias as famílias da minoria, enviando fotos dos sequestrados através desses aplicativos”, disse Ahmed Burjus, diretor da Yazda no Reino Unido, organização formada para apoiar a comunidade Yazidi.

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Matt Steinfeld, porta-voz do WhatsApp, disse que a empresa tem tolerância zero contra contas que promovem a intolerância religiosa, e, quando evidenciado este tipo de comportamento, elas são sumariamente desativadas.

Os Yazidis são uma minoria religiosa presente no Iraque e vista como hereges pelos extremistas. Além dos sequestros, violência sexual e comércio de mulheres, o grupo escraviza e faz execuções em massa contra a comunidade.

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